Workshop CADA

June 1, 2010

http://betweenmedia.files.wordpress.com/2010/06/poster_light.pdf

Technical Reference

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PAGE

March 28, 2010

Primeiro desenvolvimento da fase page:

Fase_PAGE_1

PCI – Questões

February 5, 2010

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Placing Words

January 20, 2010

Placing Words
Symbols, Space, and the City

William J. Mitchell

O sentido de uma mensagem depende no contexto da sua recepção. – William Mitchel

A forma como os espaços urbanos criam um contexto de comunicação, moldam um fluxo complexo de informação através da cidade. O ambiente que nos rodeia, ou seja o contexto do espaço físico, é também uma característica de comunicação. Se a transmissão de informação se deve adaptar ao contexto para que seja mais eficiente é necessário compreender as relações que este estabelece. Nesta obra Mitchell suporta através de vários ensaios a forma como os media moldam a arquitectura e adaptam ou adaptam-se a estruturas físicas retirando dessa integração um valor de comunicação superior. O cenário urbano é influenciado pelo cenário virtual e é de facto visível que procuramos uniformizar fluxos de organização com base na experiência. Quando transitamos de espaço (físico vs virtual) não adoptamos uma atitude diferenciada. Enquanto designers perceber a eficiência que podemos ganhar ao estabelecer relações de familiaridade com métodos nos objectos de comunicação considerando o espaço como agente sobre a percepção, para além da preocupação do “setting” de contexto (funcional, utilitário) em relação à forma assume para mim uma possibilidade de exploração na forma como o significado da mensagem pode ser potenciado.

A forma como os símbolos são abordados, sobretudo de uma perspectiva digital, provocam a reminiscência da palavra como imagem, que numa abstracção forçada represento na seguinte sequência.


Apresentação

January 19, 2010

Apr_I -pdf

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“Wanting connections, we found connections – always, everywhere, and between everything. The world exploded in a whirling network of kinships, where everything pointed to everything else, everything explained everything else…” – Umberto Eco, Foucault’s Pendulum pg 449

No Place

January 13, 2010

http://noplace.someprojects.info/

What <——-> How

O digital pela sua natureza não possui uma estrutura física tangível e como tal apresenta desafios únicos na sua preservação e apresentação enquanto obra de arte. Tradicionalmente os objectos presentes num museu podem ser descontextualizados do seu ambiente natural porque são contidos em si próprios, ou seja não são condicionados por factores externos. Com o surgimento de obras nas quais a sua forma e significado são modulados por ligações em rede ou a redes obriga a situações de compromisso ao nível de controlo e preservação. Embora a inclusão deste tipo de obras não se realize ainda de forma cómoda nos nossos museus e galerias é indispensável reformular conceitos de espaço e de funções sobretudo no que diz respeito à forma como entendemos o próprio espaço de exposição e a forma como apreendemos estas obras. De uma forma geral deparamo-nos com obras que funcionam no espaço virtual e para a sua exposição são adaptadas ao invés de integradas, ainda que a adaptação possa ser uma intenção não nascida da imcompatibilidade do projecto com o espaço de exposição as obras ficam inevitavelmente condicioandas na sua forma e comunicação.

Exploração

January 8, 2010

Exemplo de exploração possível das ligações mapeadas:

.

Possível exploração da imagem.

Outlines

January 5, 2010

(click image)

A forma como os diversos media comunicam nesta representação visual é relacionada através dos conceitos desenvolvidos ao longo da fase POST. O conjunto expressa sobretudo uma simulação ou visualização de espaços, reais e virtuais com o objectivo de mapear através da forma e da imagem.

A representação é construída com imagens das seguintes referências projectuais/conceptuais:

77 million paintings, Brian Eno

Celestial Mechanics

Dream Lines

Living Drawings Created with Bioluminescent Bacteria, Hunter Cole

Listening Post, Real-Time Data Responsive Environment 2001, Mark Hansen and Ben Rubin

Spomenik, 2007 by Jan Kempenaers

Generative Art, Jared Tarbell

The Tunnel under the Atlantic (1995), Maurice Benayoun

Orgiastic abattOir 2004, Joseph Nechvatal

Soto Sphere, Jesús Rafael Soto

Marinetti

Pac-Mondrian Benny Chow

Ar_Magic_System, Martín Nadal, Damien Stewart, Javier Lloret, Blanca Rego, Julio Lucio y Jordi Puig.

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